terça-feira, 29 de abril de 2008
Chegou o espaço dos eventos !!
Luciana Mendes, turismóloga e empresária da área de eventos criou um espaço para divulgar as novidades da área. Confira aqui: www.paginadoseventos.multiply.com
Espaço administrado pela jornalista e bacharel em Direito, Benigna Soares, dedicado à divulgação do turismo na Amazônia.
A bordo de um fusca, ele devorou 21 estados brasileiros
Olivier Anquier celebra 10 anos de viagens pelo País com livro de receitas
Giovanna Tucci, de O Estado de S.Paulo
Capa do livro 'Diario do Olivier', de Olivier Anquier
SÃO PAULO - Se você não o conhece da passarela da moda, é provável que já o tenha visto em algum programa de culinária na TV, ou, então, quem sabe, pode ter topado com o sujeito em seu fusca verde-musgo em algum canto do País. A probabilidade não é tão pequena assim: Olivier Anquier, o francês assumidamente apaixonado pelo Brasil, passou os últimos dez anos perambulando por 21 Estados, na maior parte do percurso, de carro. Ao todo, foram 327 mil quilômetros em busca dos mais variados sabores nacionais. A road trip que resultou no programa Diário de Olivier, exibido pelo canal GNT, acaba de ganhar uma versão impressa.
Diário do Olivier - 10 Anos de Viagem em Busca da Culinária Brasileira (Editora Melhoramentos, 160 págs., R$ 49,90) traz, além de uma série de receitas regionais, textos e fotos do próprio Anquier. Top model, chef e fotógrafo? 'Não, não gosto de dar nome às coisas. Não sou chef. Para ser, você precisa estudar muito, o meu negócio é cozinha caseira. Apresento as fotos com prazer, orgulho e um pouco de pudor, confesso.'
No livro, Anquier ensina a fazer, por exemplo, a farofa de içá (formiga) da d. Tita, moradora de Silveiras, no Vale do Paraíba; a maniçoba da d. Clô, do Mercado Ver-o-Peso, em Belém do Pará; e o bom-bocado da d. Tatu de Diamantina, em Minas Gerais. Belém, para o francês, é o primeiro lugar para onde os simpatizantes da idéia de viajar o País devem ir. 'É uma cidade única no mundo: a arquitetura, o povo, as comidas deliciosas. As matérias-primas são de ótima qualidade: peixe, açaí... Em Belém está o Brasil que me fez virar brasileiro.'
Enquanto você traça seu roteiro ou abocanha o livro, pode experimentar algumas dessas especialidades - como a lingüiça calabresa flambada na cachaça - , durante o espetáculo Olivier, Fusca e Fogão, em cartaz no Teatro Aliança Francesa (Rua General Jardim, 182, 3188-4141), protagonizado, claro, pelo próprio.
Fonte: O Estado de São Paulo
Giovanna Tucci, de O Estado de S.Paulo
Capa do livro 'Diario do Olivier', de Olivier Anquier
SÃO PAULO - Se você não o conhece da passarela da moda, é provável que já o tenha visto em algum programa de culinária na TV, ou, então, quem sabe, pode ter topado com o sujeito em seu fusca verde-musgo em algum canto do País. A probabilidade não é tão pequena assim: Olivier Anquier, o francês assumidamente apaixonado pelo Brasil, passou os últimos dez anos perambulando por 21 Estados, na maior parte do percurso, de carro. Ao todo, foram 327 mil quilômetros em busca dos mais variados sabores nacionais. A road trip que resultou no programa Diário de Olivier, exibido pelo canal GNT, acaba de ganhar uma versão impressa.
Diário do Olivier - 10 Anos de Viagem em Busca da Culinária Brasileira (Editora Melhoramentos, 160 págs., R$ 49,90) traz, além de uma série de receitas regionais, textos e fotos do próprio Anquier. Top model, chef e fotógrafo? 'Não, não gosto de dar nome às coisas. Não sou chef. Para ser, você precisa estudar muito, o meu negócio é cozinha caseira. Apresento as fotos com prazer, orgulho e um pouco de pudor, confesso.'
No livro, Anquier ensina a fazer, por exemplo, a farofa de içá (formiga) da d. Tita, moradora de Silveiras, no Vale do Paraíba; a maniçoba da d. Clô, do Mercado Ver-o-Peso, em Belém do Pará; e o bom-bocado da d. Tatu de Diamantina, em Minas Gerais. Belém, para o francês, é o primeiro lugar para onde os simpatizantes da idéia de viajar o País devem ir. 'É uma cidade única no mundo: a arquitetura, o povo, as comidas deliciosas. As matérias-primas são de ótima qualidade: peixe, açaí... Em Belém está o Brasil que me fez virar brasileiro.'
Enquanto você traça seu roteiro ou abocanha o livro, pode experimentar algumas dessas especialidades - como a lingüiça calabresa flambada na cachaça - , durante o espetáculo Olivier, Fusca e Fogão, em cartaz no Teatro Aliança Francesa (Rua General Jardim, 182, 3188-4141), protagonizado, claro, pelo próprio.
Fonte: O Estado de São Paulo
Espaço administrado pela jornalista e bacharel em Direito, Benigna Soares, dedicado à divulgação do turismo na Amazônia.
terça-feira, 15 de abril de 2008
Rallye Transamazone nas águas do Tapajós
A Prefeitura de Santarém, através da Secretaria Municipal de Turismo(SEMTUR), recebeu domingo, em Alter do Chão, os mais de 100 velejadores que participam do "VIII Rallye Transamazone". Os viajantes, a maioria originários da Europa, em especial da França, partiram das Ilhas Canárias direto para o Brasil, em uma expedição conhecida como Rallye du Soleil, que ancorou no Porto de Salvador (Bahia), e de João Pessoa (Paraíba). O grupo chegou ao Pará (em Soure) no dia 02 de março. Permanceu na baia do rio guamá por uma semana, onde também foram recebidos com festa pelos paraenses.
O Rallye du Soleil, que no Pará recebe a denominação de "Rallye Transamazone" acontece há oito anos e tem sido um sucesso. A cada ano o número de participantes aumenta, o que revela a força das belezas dos locais por onde passa, inclusive Santarém.
Pelas águas do Tapajós passaram 35 veleiros. A SEMTUR fez uma recepção calorosa para os velejadores em Alter do Chão, com a música regional do cantor Chico Malta; apresentação folclórica do grupo de idosos de Alter do Chão, apresentando as danças típicas"Marambiré", curimbó e desfeiteira". O grupo de dança"Bailado de Carimbó" também se apresentou ao grupo, que permanece até o fim desta semana na Vila de Alter do Chão.
Fonte: Mary Frois
Ascom - SEMTUR
Contatos: frois.mary@gmail.com
(91) 3063-6706
O Rallye du Soleil, que no Pará recebe a denominação de "Rallye Transamazone" acontece há oito anos e tem sido um sucesso. A cada ano o número de participantes aumenta, o que revela a força das belezas dos locais por onde passa, inclusive Santarém.
Pelas águas do Tapajós passaram 35 veleiros. A SEMTUR fez uma recepção calorosa para os velejadores em Alter do Chão, com a música regional do cantor Chico Malta; apresentação folclórica do grupo de idosos de Alter do Chão, apresentando as danças típicas"Marambiré", curimbó e desfeiteira". O grupo de dança"Bailado de Carimbó" também se apresentou ao grupo, que permanece até o fim desta semana na Vila de Alter do Chão.
Fonte: Mary Frois
Ascom - SEMTUR
Contatos: frois.mary@gmail.com
(91) 3063-6706
Espaço administrado pela jornalista e bacharel em Direito, Benigna Soares, dedicado à divulgação do turismo na Amazônia.
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Ver-o-Peso, a maravilha do Pará
Nesta segunda-feira, 14, a Prefeitura de Belém será contemplada com a Placa CARAS 7 Maravilhas/Mercado Ver-o-Peso, que consagra o ponto turístico como uma das Sete Maravilhas Brasileiras. Em cerimônia realizada no Solar da Beira, às 9h, o prefeito Duciomar Costa receberá a homenagem das mãos do gerente de Marketing da Revista Caras, Fábio Cavicchioli. O receptivo do evento tem a parceria da Companhia Paraense de Turismo (Paratur), representada na ocasião pela presidente Ann Pontes.
A maior feira livre da América Latina ganhou o título em um concurso promovido pelo HSBC e Revista Caras, na internet, onde mais de meio milhão de pessoas votaram. O Ver-o-Peso é um dos mais significativos símbolos de representação do povo e da cultura paraenses. É um lugar que concentra misticismos, crenças, hábitos e atividades expressivas do povo amazônida.
"Esta é uma eleição que, além de nos encher de orgulho e satisfação, é mais do que merecida. Afinal, muitas são as atrações que fizeram o Ver-o-Peso receber essa expressiva votação, tais como a própria história da construção do mercado, as suas tradições, os seus cheiros, produtos, temperos e, especialmente, essa gente maravilhosa, atenciosa e hospitaleira", defende o prefeito de Belém Duciomar Costa.
Os profissionais que trabalham no Ver-o-Peso, segundo o gestor municipal, têm no mercado não somente um meio de vida mas, sobretudo, a satisfação de ganhar o seu sustento num lugar que esbanja tradição, cordialidade, bom humor e desbanca qualquer concorrência no quesito 'a cara de Belém'.
História - O espaço, hoje registrado como um dos principais pontos turísticos do Brasil, surgiu no século XVIII, como um posto de fiscalização e tributos. Era a chamada Casa do Haver o Peso, onde a fiscalização também incluía o peso dos produtos comercializados.
Pertinho dessa Casa, agora atracam barcos, lanchas e outras embarcações, formando uma das mais típicas paisagens do centro histórico e comercial de Belém. No passado havia ali uma aldeia dos Tupinambás, que se servia do igarapé do Piri, uma espécie de ancoradouro natural das ubás indígenas.
Com o tempo, o lugar da antiga aldeia cresceu em volta do Forte do Castelo, o marco da fundação de Belém. Com esse crescimento, surgiram colégios e igrejas dos Jesuítas, as primeiras construções da cidade.
A arquitetura do Ver-o-Peso combina estilos neoclássicos com peças de ferro e gradil importados da Europa. Isto é bastante visível no mercado de carne, conhecido como o Mercado de Ferro do Ver-o-Peso. Trazido da Inglaterra, a construção é uma tradução do luxo e bom gosto da época.
O Mercado de Peixe é outra particularidade. Ao seu redor, um verdadeiro mundo místico se resume nas barracas de vendas de ervas medicinais, usadas em rituais sagrados e na produção de raízes aromáticas, como o tradicional "cheiro-do-Pará", usado para perfumar armários de roupas e ambientes. Além disso, essas ervas são transformadas em produtos regionais usados para tudo, principalmente para atrair sorte, dinheiro e amor.
A magia e a beleza dessa feira se completam com o movimento, o fluxo diário de pessoas, as barracas de vendas de frutas, verduras, legumes e comidas. Aliás, no rol de refeições há também pratos típicos e lanches, como o tradicional "Mingau do seu Alcides". As comidas regionais podem ser encontradas prontas ou semi-prontas, como a maniva pré-cozida para a maniçoba, o tucupi temperado e outras iguarias. Há, ainda, a venda de artesanato, plantas, aves, peças de fogão, geladeira, panela e tudo o que mais se imaginar.
Solar da Beira - Todo esse complexo abriga, ainda, a Praça do Pescador, onde se pode apreciar a Baía de Guajará, o cais do porto e um belo prédio, bem no centro da feira. É o Solar da Beira, mais um ponto histórico no Ver-o-Peso. Esse complexo se estende até a Feira do Açaí (onde fica a Casa do Haver o Peso), que é ligada pela Ladeira do Castelo (a primeira rua de Belém) a um outro tesouro turístico, bem no coração da Cidade Velha: o espaço que abriga o Forte do Castelo, a Igreja da Sé, a sua pracinha (Frei Caetano Brandão) e Complexo Feliz Lusitânia. É nesse ponto que começaram a ser traçadas as primeiras linhas da história de Belé .
E nessa história, o Ver-o-Peso ocupa um capítulo especial, pois já faz parte da cultura do paraense e do roteiro dos turistas. O mercado é uma relíquia instalada à beira da baía, que funciona como um verdadeiro "canto de sereia" para quem quer conhecer as maravilhas da Amazônia.
Economia - Somente na Feira do Ver-o-Peso trabalham mais de cinco mil pessoas, em 1.250 barracas, distribuídas em 19 setores, que vão desde hortifrutigranjeiros, importados, mercearia, refeição, a peixe seco, artesanato e ervas medicinais. A capital paraense possui, ao todo, 42 feiras livres, 18 mercados e quatro portos.
O reconhecimento do Ver-o-Peso como uma das Sete Maravilhas Brasileiras, concedido pela Revista Caras, é mais uma contribuição que enriquece a história do local, eleva a auto-estima do belenense e a imagem do turismo paraense no cenário mundial.
Texto: Benigna Soares e Ana Cláudia Martins
Fotos: Arquivo ComusEdição: Comus
A maior feira livre da América Latina ganhou o título em um concurso promovido pelo HSBC e Revista Caras, na internet, onde mais de meio milhão de pessoas votaram. O Ver-o-Peso é um dos mais significativos símbolos de representação do povo e da cultura paraenses. É um lugar que concentra misticismos, crenças, hábitos e atividades expressivas do povo amazônida.
"Esta é uma eleição que, além de nos encher de orgulho e satisfação, é mais do que merecida. Afinal, muitas são as atrações que fizeram o Ver-o-Peso receber essa expressiva votação, tais como a própria história da construção do mercado, as suas tradições, os seus cheiros, produtos, temperos e, especialmente, essa gente maravilhosa, atenciosa e hospitaleira", defende o prefeito de Belém Duciomar Costa.
Os profissionais que trabalham no Ver-o-Peso, segundo o gestor municipal, têm no mercado não somente um meio de vida mas, sobretudo, a satisfação de ganhar o seu sustento num lugar que esbanja tradição, cordialidade, bom humor e desbanca qualquer concorrência no quesito 'a cara de Belém'.
História - O espaço, hoje registrado como um dos principais pontos turísticos do Brasil, surgiu no século XVIII, como um posto de fiscalização e tributos. Era a chamada Casa do Haver o Peso, onde a fiscalização também incluía o peso dos produtos comercializados.
Pertinho dessa Casa, agora atracam barcos, lanchas e outras embarcações, formando uma das mais típicas paisagens do centro histórico e comercial de Belém. No passado havia ali uma aldeia dos Tupinambás, que se servia do igarapé do Piri, uma espécie de ancoradouro natural das ubás indígenas.
Com o tempo, o lugar da antiga aldeia cresceu em volta do Forte do Castelo, o marco da fundação de Belém. Com esse crescimento, surgiram colégios e igrejas dos Jesuítas, as primeiras construções da cidade.
A arquitetura do Ver-o-Peso combina estilos neoclássicos com peças de ferro e gradil importados da Europa. Isto é bastante visível no mercado de carne, conhecido como o Mercado de Ferro do Ver-o-Peso. Trazido da Inglaterra, a construção é uma tradução do luxo e bom gosto da época.
O Mercado de Peixe é outra particularidade. Ao seu redor, um verdadeiro mundo místico se resume nas barracas de vendas de ervas medicinais, usadas em rituais sagrados e na produção de raízes aromáticas, como o tradicional "cheiro-do-Pará", usado para perfumar armários de roupas e ambientes. Além disso, essas ervas são transformadas em produtos regionais usados para tudo, principalmente para atrair sorte, dinheiro e amor.
A magia e a beleza dessa feira se completam com o movimento, o fluxo diário de pessoas, as barracas de vendas de frutas, verduras, legumes e comidas. Aliás, no rol de refeições há também pratos típicos e lanches, como o tradicional "Mingau do seu Alcides". As comidas regionais podem ser encontradas prontas ou semi-prontas, como a maniva pré-cozida para a maniçoba, o tucupi temperado e outras iguarias. Há, ainda, a venda de artesanato, plantas, aves, peças de fogão, geladeira, panela e tudo o que mais se imaginar.
Solar da Beira - Todo esse complexo abriga, ainda, a Praça do Pescador, onde se pode apreciar a Baía de Guajará, o cais do porto e um belo prédio, bem no centro da feira. É o Solar da Beira, mais um ponto histórico no Ver-o-Peso. Esse complexo se estende até a Feira do Açaí (onde fica a Casa do Haver o Peso), que é ligada pela Ladeira do Castelo (a primeira rua de Belém) a um outro tesouro turístico, bem no coração da Cidade Velha: o espaço que abriga o Forte do Castelo, a Igreja da Sé, a sua pracinha (Frei Caetano Brandão) e Complexo Feliz Lusitânia. É nesse ponto que começaram a ser traçadas as primeiras linhas da história de Belé .
E nessa história, o Ver-o-Peso ocupa um capítulo especial, pois já faz parte da cultura do paraense e do roteiro dos turistas. O mercado é uma relíquia instalada à beira da baía, que funciona como um verdadeiro "canto de sereia" para quem quer conhecer as maravilhas da Amazônia.
Economia - Somente na Feira do Ver-o-Peso trabalham mais de cinco mil pessoas, em 1.250 barracas, distribuídas em 19 setores, que vão desde hortifrutigranjeiros, importados, mercearia, refeição, a peixe seco, artesanato e ervas medicinais. A capital paraense possui, ao todo, 42 feiras livres, 18 mercados e quatro portos.
O reconhecimento do Ver-o-Peso como uma das Sete Maravilhas Brasileiras, concedido pela Revista Caras, é mais uma contribuição que enriquece a história do local, eleva a auto-estima do belenense e a imagem do turismo paraense no cenário mundial.
Texto: Benigna Soares e Ana Cláudia Martins
Fotos: Arquivo ComusEdição: Comus
Espaço administrado pela jornalista e bacharel em Direito, Benigna Soares, dedicado à divulgação do turismo na Amazônia.
sábado, 5 de abril de 2008
MTUR anuncia Belém e Santarém entre os 65 destinos indutores do turismo internacional
O Ministério do Turismo (MTUR) apresenta nesta segunda-feira (7) em Brasília aos estados e municípios brasileiros o estudo de competitividade dos 65 destinos indutores do turismo internacional. O Pará concorre com dois importantes destinos: a capital paraense Belém e Santarém, município no oeste do Pará.
Entre os representantes do Pará que acompanharão a apresentação da ministra Marta Suplicy estão Wady Khayat, titular da Coordenadoria Municipal de Turismo (Belemtur) e Ann Pontes, presidente da Companhia Paraense de Turismo (Paratur) e do Forum Estadual de Desenvolvimento Turístico do Pará (Fomentur).
Em Belém a apresentação será acompanhada por diversas entidades do setor, como a Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo do Pará (Abrajet-Pará), que acompanhará o evento em uma teleconferência que vai ser transmitida para todo o Brasil. A transmissão acontece das 14h30 às 16h30, no SENAC Pará, à Avenida Serzedelo Correa, 279.
Leia mais: http://www.abrajetpara.com.br/ (91) 8842-8129
Entre os representantes do Pará que acompanharão a apresentação da ministra Marta Suplicy estão Wady Khayat, titular da Coordenadoria Municipal de Turismo (Belemtur) e Ann Pontes, presidente da Companhia Paraense de Turismo (Paratur) e do Forum Estadual de Desenvolvimento Turístico do Pará (Fomentur).
Em Belém a apresentação será acompanhada por diversas entidades do setor, como a Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo do Pará (Abrajet-Pará), que acompanhará o evento em uma teleconferência que vai ser transmitida para todo o Brasil. A transmissão acontece das 14h30 às 16h30, no SENAC Pará, à Avenida Serzedelo Correa, 279.
Leia mais: http://www.abrajetpara.com.br/ (91) 8842-8129
Espaço administrado pela jornalista e bacharel em Direito, Benigna Soares, dedicado à divulgação do turismo na Amazônia.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
RECONHECIMENTO Á CVC
Abro espaço aqui ao amigo Adenauer Góes. O médico e ex-presidente da Paratur manda notícias e o artigo abaixo:
RECONHECIMENTO Á CVC
Temos lido na grande mídia, matérias sobre o mais inovador dos destinos turísticos, refiro-me ao turismo espacial, algumas empresas internacionais já estão trabalhando na formatação de pacotes que vão desde cinco minutos de levitação no espaço até hospedagem em hotel na órbita terrestre.Em 2003 quando a CVC no vácuo deixado pela falência da Soletur consolidou-se e assumiu a pole position como operadora do mercado brasileiro, Guilherme Paulus, seu Presidente disse em alto e bom som que sua meta era a diversidade dos roteiros e ofertas de serviços turísticos, sugerindo que o viajante podia sonhar que a operadora realizaria seu desejo e com muito otimismo disse também que seria o primeiro empresário do turismo brasileiro a levar um cliente literalmente ao espaço. Desde então nestes cinco anos que se passaram, a CVC só fez crescer e ultrapassar meta após meta de seu cronograma em todos os nichos de mercado que oferece ao consumidor.
De 20 a 21 de fevereiro passado, realizou em São Paulo seu 14º Workshop. Cerca de 10 mil agentes brasileiros e internacionais foram conferir os produtos que a operadora tem em suas prateleiras prontos para serem comercializados e consumidos por um publico cada vez maior, exigente e ávido por novidades. Os números são grandiosos, projetando perspectivas muito favoráveis de crescimento galopante. Foram 520 expositores nacionais e internacionais, 19 companhias aéreas, mais de 350 estandes de hotéis e pousadas, quase todos os Estados presentes através de suas secretarias, 30 Países se fizeram representar e muito, muito mais. O Workshop da CVC é hoje um evento indispensável para os empresários que buscam ampliar seus negócios.
Em 2007 a CVC embarcou um milhão e trezentos e cinqüenta mil turistas, realizou cerca de cinco mil e quatrocentos vôos fretados, possui oitocentos funcionários diretos, com cerca de onze mil agentes credenciados para um total de duzentas e quarenta lojas no Brasil, duas na Argentina, uma no Chile, uma no Uruguai e uma na França.
A operadora que mais cresce no Brasil tem metas impressionantes, tais como embarcar dez mil turistas/ dia na temporada de cruzeiros 2008-2009 nos fretamentos que realiza, pretende também fazer a abertura do capital na Bovespa daqui a dois anos, continuar ampliando a administração de hotéis enquanto continua a investir na própria rede hoteleira, ampliar também sua presença física no exterior e embarcar neste ano um milhão e meio de turistas, haja fôlego e competência para alcançar e superar todos estes objetivos.
Cito dois fatos que por si demonstram a visão empreendedora, sensibilidade e o dinamismo que impulsiona Guilherme Paulus. O primeiro deles quando a meu convite, como Presidente da Paratur, e do empresário Toni Santiago que o representa no Pará e Amapá veio até nosso Estado em 2003 para de corpo presente avaliar e referendar o produto Ilha do Marajó e Santarém-Alter do Chão, foto dele montado em um búfalo fez sucesso. O segundo fato, quando me telefonou convidando para este Workshop sobre o qual escrevo demonstrando desta forma dinamicidade de visão em relação ao passado, ao presente e ao futuro.
Desafios superados, adversidades vencidas sempre foram a tônica de Guilherme Paulus, Walter Patriani e sua equipe de abnegados que vestem a camisa da CVC. Desta forma, estou convencido de que em breve tempo esta operadora pavimentará a pista que realizará o sonho próprio e de um turista brasileiro de viajar ao espaço sideral.
Adenauer Góes
E-mail: adenauergoes@gmail.Com
RECONHECIMENTO Á CVC
Temos lido na grande mídia, matérias sobre o mais inovador dos destinos turísticos, refiro-me ao turismo espacial, algumas empresas internacionais já estão trabalhando na formatação de pacotes que vão desde cinco minutos de levitação no espaço até hospedagem em hotel na órbita terrestre.Em 2003 quando a CVC no vácuo deixado pela falência da Soletur consolidou-se e assumiu a pole position como operadora do mercado brasileiro, Guilherme Paulus, seu Presidente disse em alto e bom som que sua meta era a diversidade dos roteiros e ofertas de serviços turísticos, sugerindo que o viajante podia sonhar que a operadora realizaria seu desejo e com muito otimismo disse também que seria o primeiro empresário do turismo brasileiro a levar um cliente literalmente ao espaço. Desde então nestes cinco anos que se passaram, a CVC só fez crescer e ultrapassar meta após meta de seu cronograma em todos os nichos de mercado que oferece ao consumidor.
De 20 a 21 de fevereiro passado, realizou em São Paulo seu 14º Workshop. Cerca de 10 mil agentes brasileiros e internacionais foram conferir os produtos que a operadora tem em suas prateleiras prontos para serem comercializados e consumidos por um publico cada vez maior, exigente e ávido por novidades. Os números são grandiosos, projetando perspectivas muito favoráveis de crescimento galopante. Foram 520 expositores nacionais e internacionais, 19 companhias aéreas, mais de 350 estandes de hotéis e pousadas, quase todos os Estados presentes através de suas secretarias, 30 Países se fizeram representar e muito, muito mais. O Workshop da CVC é hoje um evento indispensável para os empresários que buscam ampliar seus negócios.
Em 2007 a CVC embarcou um milhão e trezentos e cinqüenta mil turistas, realizou cerca de cinco mil e quatrocentos vôos fretados, possui oitocentos funcionários diretos, com cerca de onze mil agentes credenciados para um total de duzentas e quarenta lojas no Brasil, duas na Argentina, uma no Chile, uma no Uruguai e uma na França.
A operadora que mais cresce no Brasil tem metas impressionantes, tais como embarcar dez mil turistas/ dia na temporada de cruzeiros 2008-2009 nos fretamentos que realiza, pretende também fazer a abertura do capital na Bovespa daqui a dois anos, continuar ampliando a administração de hotéis enquanto continua a investir na própria rede hoteleira, ampliar também sua presença física no exterior e embarcar neste ano um milhão e meio de turistas, haja fôlego e competência para alcançar e superar todos estes objetivos.
Cito dois fatos que por si demonstram a visão empreendedora, sensibilidade e o dinamismo que impulsiona Guilherme Paulus. O primeiro deles quando a meu convite, como Presidente da Paratur, e do empresário Toni Santiago que o representa no Pará e Amapá veio até nosso Estado em 2003 para de corpo presente avaliar e referendar o produto Ilha do Marajó e Santarém-Alter do Chão, foto dele montado em um búfalo fez sucesso. O segundo fato, quando me telefonou convidando para este Workshop sobre o qual escrevo demonstrando desta forma dinamicidade de visão em relação ao passado, ao presente e ao futuro.
Desafios superados, adversidades vencidas sempre foram a tônica de Guilherme Paulus, Walter Patriani e sua equipe de abnegados que vestem a camisa da CVC. Desta forma, estou convencido de que em breve tempo esta operadora pavimentará a pista que realizará o sonho próprio e de um turista brasileiro de viajar ao espaço sideral.
Adenauer Góes
E-mail: adenauergoes@gmail.Com
Espaço administrado pela jornalista e bacharel em Direito, Benigna Soares, dedicado à divulgação do turismo na Amazônia.
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